LE BAOBAB FOU – UM EXEMPLO DE ROMANCE DE FORMAÇÃO FEMININO NEGRO
DOI:
https://doi.org/10.5016/msc.v27i0.1901Palabras clave:
Literatura Africana, Bildungsroman, Ken Bugul.Resumen
O presente trabalho apresenta uma leitura do romance autobiográfico Le baobab fou[1] (1982), da escritora senegalesa Ken Bugul, fazendo uma breve análise desse romance como pertencente ao subgênero Bindungsroman, ou romance de formação feminino negro – visto que o romance narra o processo de formação de uma autora-personagem. Para tanto, embasa-se essa leitura nas características do gênero bildunsgsroman feminino, discutidas por Cristina Ferreira Pinto, e em alguns elementos do bildungsroman negro apontadas por Apollo Amoko, (2009). Será considerada também a perspectiva da autora como intelectual no exílio, na esteira do pensamento de Edward Said entendendo que esse aspecto da autora é chave para sua formação.