O direito ao território como política de salvaguarda

reivindicações no patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5016/pem.v22.e4205

Palavras-chave:

Imaterialidade, território, Salvaguarda, Comunidades tradicionais

Resumo

O trabalho analisa como a segurança territorial tem sido incorporada como estratégia de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial em Minas Gerais, no contexto do avanço de políticas neoliberais, do impacto das mudanças climáticas nas comunidades tradicionais e na inserção desses sujeitos como agentes ativos na luta por direitos fundamentais pautados sobretudo na garantia do acesso à terra. A partir de experiências no IEPHA-MG, evidencia-se que o direito à terra é essencial para a continuidade das práticas culturais de comunidades tradicionais. Defende-se o fortalecimento institucional e normativo para garantir a proteção efetiva dos territórios e das vidas que sustentam esses patrimônios.

Biografia do Autor

  • Nicole Batista, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

    Doutoranda em Antropologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestre em Comunicação Social e bacharel e licenciada em Ciências Sociais pela mesma universidade. Foi analista de patrimônio cultural imaterial (2021–2022) e gerente de Patrimônio Cultural Imaterial do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG) entre 2023 e 2025. 

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Publicado

04-10-2026

Como Citar

O direito ao território como política de salvaguarda: reivindicações no patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais. (2026). Patrimônio e Memória, 22, 1-30. https://doi.org/10.5016/pem.v22.e4205